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quinta-feira, 20 de agosto de 2009

ALQUIMIA INTERIOR

Somos caminhantes inquietos em busca de DEUS. A ausência de Deus em nossas vidas é catastrófica. Começamos sentindo falta de "algo" de forma consciente ou inconsciente. É o início de nossa busca.

Mas Deus se revela com um sorriso a quem compreende Sua ausência e nos dá a essência da vida.

Fomos moldados pelo barro, homens e mulheres adâmicos , mas com essência divinal.

Esse homem com essência divinal, o Eu Superior, o Ser Crístico, sempre terá ao seu lado o ser adâmico. Eles não se misturam. Um com os pés firmes na terra e o outro querendo voar. Um nunca destrói o outro, pois são vivências necessárias, afinal não há redenção sem pecado.

Compreender a ausência de Deus, compreender o vazio que somos quando Ele não se manifesta...Nós, enquanto pó, seres adâmicos, apegamo-nos às vontades do corpo. Queremos satisfazer aos desejos e trapaças do ego. Poder, status, glória, honrarias. Não nos incomodamos, enquanto seres adâmicos com o amor, a compaixão, a humildade. Temos que, a qualquer preço, conquistar sempre mais e melhor. Desprezamos o espaço do outro para nos alojarmos. Expulsamos de nosso lado tudo aquilo que interfira em nossa desenfreada corrida ao topo.

Nosso ego adora nos adular, assim com a serpente fez com Eva. Nosso ego nos questiona: Mas por que você tem que ficar para trás? Tem que se esconder? Apareça!! Você nunca pode perder, você tem que comandar.

Depois da sedução, o ego nos conduz ao questionamento, porque a maçã oferecida pela serpente não sacia. Daí o ego vai buscar mais , feito um trator vai arando pastagens para novas investidas.

Se não sou mais isso, serei mais aquilo, se não tenho isso , terei aquilo. E desenfreadamente o ego nos coloca alternativas para nos tornarmos mais e mais distantes do verdadeiro EU. É um processo de retroalimentação. Sempre terá algo que o ser adâmico vai querer e que vamos perseguir.

Nosso EU Superior, o nosso EU Crístico se manifesta. Questiona, mostra soluções, porém a moldura adâmica é endurecida. Nada pode deter esse ego que se encanta com o mundo, com os prazeres que ele quer desfrutar.

Mas o barro trinca, o ego esfarela e abre frestas. Esse momento acontece quando algo dá errado e nos decepcionamos por alguma razão. Sentimos a ausência, a escuridão. Nossa moldura está trincada e sem sustentação, sentimo-nos um objeto sem valor. A glória que o ego nos impôs já não existe mais. E nesse ambiente conflituoso, nessa ausência do ser egoístico, Ele aparece. Ele vem nos iluminar. Iniciamos a transmutação . Somos barros adâmicos, mas caminhamos para Cristo. Ele vem com a LUZ que necessitamos. Ele traz a fragrância da paz e da ternura que não vivi enquanto o ego fez de mim o que eu bem quis...

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Fiquei com saudade de um mundo que perdi (por culpa própria): o mundo do tempo comprido, arrastado (os paulistas ficam aflitos ouvindo a fala vagarosa e cantada dos mineiros....); dos móveis feitos a golpes de enxó, orgulhosos de sua rusticidade; das crianças de pés descalços na enxurrada; do cheiro dos cavalos suados; do frango com quiabo, angu e pimenta; do caldo de “ora-pro-nobis” com fubá; do café na canequinha de folha; da cadeira de vime à porta de casa; na rua, meninada brincando; meu pai fumando cachimbo; do banho de cachoeira; sobretudo, saudades do Mar de Minas.

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